O amor puro não subsiste em um mundo imperfeito. A questão é que buscamos perfeição em um sistema corrompido e influenciável, onde a essência do ser é sobrepujada pelo comum. O meio propicia mudanças de atitude deslocadas da realidade interior do individuo advindos pelo anseio de aceitação, em detrimento da lógica e da razão, gerando conflitos insolucionáveis. O homem perdeu a noção do que é amar, a si e ao próximo. Como amarei o próximo se não amo a mim mesmo? Aliás, nem sei o que é o amor. Será que o amor tá fora de moda?